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DIVISÃO DE RADIOCOMUNICAÇÃO EM DESASTRES

A comunicação é a base invisível que sustenta a resposta a emergências. Ela não aparece nos holofotes, mas decide o tempo de chegada, a precisão do comando, a eficiência logística, a segurança das equipes e a continuidade das ações. Em desastres, é comum que as redes convencionais sejam interrompidas ou degradadas — seja por falhas elétricas, saturação de tráfego, danos à infraestrutura, relevo adverso ou isolamento geográfico. Quando isso acontece, o rádio deixa de ser “apoio” e passa a ser condição de missão.

 

A BUSF-Brasil, comprometida com padrões operacionais e com a proteção da vida, instituiu a DRD – Divisão de Radiocomunicação em Desastres para estruturar, treinar e coordenar capacidades de comunicação voltadas a operações de resposta, em alinhamento com o Sistema de Comando de Incidentes (SCI/ICS) e com a necessidade real de interoperabilidade entre equipes, órgãos e parceiros.

 

Desafios e Compromissos:

 

Vivemos em um cenário onde as crises se tornam mais complexas: eventos climáticos extremos, enchentes, deslizamentos, incêndios florestais, colapsos estruturais, acidentes tecnológicos e emergências com grande deslocamento populacional. Em qualquer um desses contextos, a comunicação é a primeira camada de controle — e a primeira a colapsar se não houver planejamento, redundância e operadores capacitados.

 

A DRD nasce para enfrentar exatamente esse ponto crítico. Nosso compromisso é manter comunicações funcionais, disciplinadas e rastreáveis, com foco em:

 

  • Continuidade do comando e controle (C2)

  • Coordenação interagências e Interequipes

  • Segurança operacional (redução de riscos por falha de comunicação)

  • Legalidade e conformidade regulatória, incluindo incentivo ao radioamadorismo quando aplicável

  • Padronização de procedimentos (chamada, tráfego, priorização, registro e cadeia de mensagens)

 

Áreas de Atuação:

 

A DRD atua em frentes técnicas e operacionais que sustentam a resposta em campo, incluindo:

 

1) Planejamento de Comunicações em Operações (SCI/ICS):

 

  • Estruturação de planos de comunicação por período operacional;

  • Definição de redes, funções, prioridades de tráfego e rotinas de check-in;

  • Integração com seções de Comando, Operações e Logística.

 

2) Interoperabilidade e Redes de Rádio (VHF/UHF/HF):

 

  • Implantação e gerenciamento de redes de voz táticas;

  • Coordenação de canais e protocolos internos e com parceiros;

  • Redução de conflitos de frequência e melhoria de cobertura em campo.

 

3) Redundância e Continuidade de Serviço:

 

  • Estratégias de redundância para cenários de queda de energia e falha de redes comerciais;

  • Apoio ao uso de soluções alternativas conforme a realidade do teatro de operações (repetição, enlaces, modos digitais, etc.).

 

4) Capacitação e Padronização Operacional:

 

  • Formação de operadores e líderes de comunicação;

  • Treinamentos de disciplina de rede, organização de tráfego, radiotelefonia e registro técnico;

  • Exercícios simulados e validação de procedimentos.

 

5) Integração com Comunidades e Apoio Humanitário:

 

  • Comunicação como ferramenta de coordenação e proteção de populações afetadas;

  • Apoio à conectividade mínima de postos, abrigos e pontos de triagem quando aplicável.

 

Nossa Visão Global:

 

A BUSF entende que resposta a desastre exige integração. E integração exige linguagem comum — técnica e procedimental. A DRD busca alinhar sua doutrina e sua prática com padrões de interoperabilidade e com a realidade de campo, atuando em cooperação com parceiros nacionais e, quando necessário, com organizações conectadas à BUSF-International, mantendo o foco na missão: comunicação funcional para salvar vidas.

 

Nossos Objetivos:

 

A DRD dedica-se a:

 

  • Garantir que a comunicação seja tratada como capacidade operacional e não como acessório;

  • Formar um corpo técnico com padrão mínimo de competência para atuar em missões;

  • Implementar rotinas de planejamento, organização e disciplina de rede;

  • Incentivar e apoiar a habilitação de membros como radioamadores, fortalecendo capacidade legal e técnica de operação;

  • Criar modelos internos de planos, checklists e procedimentos para diferentes cenários de desastre;

  • Integrar comunicação com logística, comando, segurança e documentação operacional.

 

Compromisso com a Eficiência e a Vida:

 

A DRD existe para reduzir ruído, falhas, retrabalho e riscos. Toda ação da divisão tem um foco: clareza, rapidez e continuidade no fluxo de informação — porque, em desastres, informação correta no tempo certo significa decisão correta, deslocamento correto e intervenção correta.

 

A BUSF-Brasil e a DRD trabalham em sinergia com parceiros e membros para consolidar uma cultura de comunicações robustas, éticas e disciplinadas — a serviço da vida, da coordenação e da resposta eficiente.

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CREDENCIAIS DIGITAIS Emitidas Pela BUSF-Brasil | Bombeiro Civil e Socorrista (validade 2 anos).

A BUSF-Brasil inicia em 2026 a emissão das novas credenciais digitais para Bombeiro Civil e Socorrista, com validade de 2 anos, destinadas exclusivamente a profissionais devidamente habilitados.

A credencial foi criada para oferecer segurança, padronização e verificação rápida em atividades profissionais, eventos, treinamentos e operações, reunindo tecnologia e rastreabilidade em um único sistema.

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“Como obter seu prefixo (indicativo) de Radioamador passo a passo (ANATEL)”

 

1) Tenha conta Gov.br


O acesso aos sistemas da ANATEL é feito via login Gov.br.

 

2) Agende/inscreva-se na prova do COER no SEC (ANATEL)


No SEC – Sistema de Emissão de Certificado de Radioperador:

  • Consultar agenda: Menu Principal → Agenda → Consultar

  • Inscrever-se na prova: Menu Principal → Prova → Incluir

 

3) Seja aprovado (Classe C = padrão mínimo BUSF)


A classe mínima recomendada para operações BUSF é Classe C.

 

4) Administre sua autorização/licença pelo SCRA (ANATEL)


O SCRA – Sistema de Controle do Serviço Radioamador é o ambiente onde o serviço pode ser administrado online (inclusão/exclusão de estação, impressão de licença, geração de boleto, etc.).


Obs.: alguns procedimentos exigem envio de documentação via processo no SEI.

 

5) Depois da habilitação (COER), solicite a autorização do serviço (quando aplicável)


O serviço “Obter autorização para Serviço de Radioamador” descreve o fluxo oficial (COER antes da outorga).

 

Notas da BUSF:

 

1 - Caso a agenda de provas esteja indisponível no SEC, siga acompanhando pelo portal da ANATEL e pelos comunicados oficiais.

2 - Dentro do SEC (conforme o próprio passo a passo da ANATEL):

  • Para ver datas: Menu Principal → Agenda → Consultar

  • Para se inscrever: Menu Principal → Prova → Incluir

  • Se não tiver vaga: usar “Lista de Espera” (quando disponível).

3 - Conteúdo por classe (visão geral):

  • Classe C: Técnica/Ética, Legislação, Conhecimentos básicos de Eletricidade/Eletrônica

  • Classe B e Classe A: variações com maior exigência técnica

 

Nota mínima: 51% em cada prova exigida para a classe.

4 - Na prática: prova/COER podem ser gratuitos, mas a  autorização, ou a licenciamento de estação pode envolver taxas, dependendo do que está sendo solicitado. Ou seja: “O COER é gratuito; taxas podem existir na etapa de autorização/licença, conforme tabela oficial da ANATEL.”

TENHA ATENÇÃO PARA:

Conforme comunicado da ANATEL, a aplicação das provas pode ficar temporariamente suspensa até nova agenda.

PREFIXO ANATEL
Todos os Direitos Reservados para BUSF-Brasil
Organização Bombeiros Unidos Sem Fronteiras
BUSF-INTERNATIONAL

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